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domingo, 19 de março de 2017

A minha reflexão

Adorei fazer o blog no 2°período, gostei muito da matéria principalmente os sismos mas não gostei tanto da tectónica de placas e morfologia dos fundos oceânicos pois achei um pouco complicado essa materia.
Este blog ajudou me muito nos estudos e a compreender muito a matéria. 
No 3°período há mais!
✋👆

sábado, 18 de março de 2017

Distribuição de vulcões e sismos



Os vulcões e os sismos, estão, na sua maioria concentrados nas regiões que limitam os continentes, ao longo das cadeias montanhosas, ou nos oceanos (nas dorsais médio-oceânicas). Mais de metade dos vulcões activos, acima do nível do mar, situam-se no Oceano Pacífico no chamado "Anel de Fogo". O "Anel de Fogo" é uma faixa circum-pacífica que se estende para norte ao longo das cordilheiras norte-americanas, passa pelas ilhas Aleutas e prossegue para sul passando pelo Japão, as Filipinas até à Nova Zelândia.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Sismos

Sismos 

Os sismos são abalos curtos e bruscos na crosta terrestre.
O mecanismo responsável e o movimento do magma na astenosfera que origina fraturas nas rochas libertando energia através de ondas sísmicas.

O termo Sismo é a designação Científica de um abalo na crosta terrestre (oceânica e continental), no entanto, podemos chamar Terramoto- ao sismo que ocorre na crosta continental e Maremoto ao sismo que ocorre na crosta oceânica, originando um Tsunami (onda gigante).

Epicentro - local à superfície, onde o sismo é sentido com maior intensidade.


Hipocentro ou foco sísmico – Local em profundidade onde o sismo tem origem.



Sismograma- Registo de sismo.


Sismógrafos- são aparelhos que registam o sismo e existem vários tipos.
Pode-se determinar através de um sismograma a magnitude e a duração de um sismo.


ONDAS SÍSMICAS


ONDA P- primárias ou de compressão propagam-se por todos os materiais e deslocam-se no sentido de propagação das ondas sísmicas.

ONDA S – secundárias ou transversais– propagam-se por materiais sólidos e deslocam-se na perpendicular do sentido de propagação das ondas sísmicas.

ONDA L – Lowe ou superficiais – formam-se a partir da junção das S e das P à superfície. São as mais destrutivas.


  
FASES DOS SISMOS

Abalos Premonitórios- abalos suaves que indicam o que vai acontecer. Corresponde à saída das 1ªs ondas P. Só é sentido pelos sismógrafos e pelos animais.

Abalos principais do Sismo- Abalo propriamente dito. Corresponde à saída das ondas P e S à superfície.

Réplicas- Os abalos Sísmicos vão diminuindo de intensidade até se extinguirem. Corresponde ao reajuste do interior da Terra.
          
  
ESCALAS SÍSMICAS

Existem várias escalas para se medirem os sismos mas as mais conhecidas são a de Mercalli (adaptada) e a de Richter.

- Escala de Mercalli- mede intensidade, vai I a XII. Utiliza-se a numeração romana para diferenciar dos valores da escala de Richter.

Intensidade- è a quantidade de destruição provocado por um sismo. É feito um inquérito à população e mede-se o grau de destruição. Posteriormente os valores de intensidade obtidas nos inquéritos são marcadas no mapa (isossistas) e determina-se o Epicentro.


ISOSSISTAS são linhas que unem pontos de igual intensidade sísmica.





Magnitude- é a quantidade de energia que é libertado por um sismo. É uma escala científica. A cada grau corresponde uma quantidade de 30x mais do que o grau anterior.
A magnitude é medida pelo sismograma

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Dobras e falhas


As rochas, ao longo do seu "percurso" pela litosfera, vão ficando sujeitas a condições de pressões de temperaturas diferentes das de que lhes deram origem podem sofrer deformação esta que afeta a forma e/ou volume da rocha.

Estas diferentes condições são da responsabilidade da dinâmica interna da terra que origina tensões que traduzem o aparecimento de estruturas geológicas como as falhas e as dobras.

Quando uma rocha sobre uma determinada força extrema ela reage com uma força interna que tente a manter- se ou a restaurar a sua forma original, diz se que a rocha está em estdo de tensão que conduz á deformação das rochas.

                    A tensão é a força exercida por unidade de área.


Todas as rochas, apresentam determinadas propriedades (elastecidade, plasticidade, e viscosidade) que dependem  da própria composição quimica e quando sujeitas a determinadas condições diferentes das da sua origem, reagem tendo um comportamento, originando numa determinada estrutura, neste caso geológico.

As rochas da litosfera apresentam deformações devido á ação de forças de pressão exercidas pelo peso das rochas que estão por cima e das tensões provocadas pela mobilidade das placas litosféricas.

 As tensões geradas podem ser de diferentes tipos, dependendo dos limite tectónicos onde ocorrem.
Submetidas a estados de tensão, as rochas sofrem deformações, originando folhas e dobras,

As rochas estão sujeitas a vários tipos de tensão:

       - tensão de compressão (forças compressivas).
       - tensão distensivas ( forças distensivas ou de tração)
       - e tensão de cisalhamento (forças tangensiais).



Placas

Teoria da tectónica de placas


Correntes geradas no magma

          Correntes de convexão  

Os materiais da astenosfera encontram- se num estado intermédio entre liquido e solido e como 
se encontam a altas temperaturas gerem- se movimentos nos materiais.


A litosfera esta dividida em 

  placas:
                   Tectónicas 
                                               que se movimentam 
                   Litosfericas  


→    

       Limite transformante


←→            Limite divergente



→←              Limite convergente

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Teoria da tectonica de placas

A litosfera esá dividida em placas (placas tectonicas ou litosfericas) e esta movimenta- se.


8 placas principais:

- Placa africana;
- Placa da Antartida;
- Placa Austrliana;
- Placa Euroasiatica;
- Placa do pacifico;
- Placa Naza;
- Placa Norte;
- Placa Sul;
 

Porque é que as placas se movimentam?

Porque é que as placas se movimentam?


O mecanismo responsavel pelo movimento das placas são as correntes geradas no magma as correntes de convexão - os materiais de astenosfera encontram- se num estado intermédio entre o liqudo e o sólido e como se encontram a altas temperaturas geram- se movimentos nos materiais.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Argumentos da Deriva Continental

Argumentos Morfológicos- Os contornos do Continente africano e sul americano encaixam na perfeição.

Argumentos Geológicos- As rochas no local de encaixe destes 2 continentes, têm a mesma idade, e são a mesma rocha.

Argumentos Paleontológicos- Fosseis iguais de plantas (feto glossopteris) e de animais (Cynognathus, Lystrossaurus e Mesossaurus) encontram se em todos os continentes.

Argumentos Paleoclimáticos- Depósitos glaciares podem ser encontrados em regiôes com climas tropicais e subtropicais.





Deriva continental

Plataforma continental- zona pouco inclinada com cerca de 2Km de extensão e 200m de profundidade. Faz parte da crosta continental e é onde vivem a maioria das espécies marinhas.



Talude continental- zona muito adrupta, limite da crosta continental, vai dos 150m em média aos 4km de profundidade.Planície abissal- Zona plana que constitui cerca de 2/3 da crosta oceânica.

Dorsal médio-oceânica
- Grandes cadeias montanhosas localizadas sensivelmente a meio da crosta oceânica. Formadas a partir do rifte, por acumulação de lava. O único local à superfície onde aflora a Dorsal é na Islândia.




Rifte- Vale localizado entre as dorsais, corresponde ao vulcanismo do tipo fissural. Zona responsável pela formação de nova crosta oceânica.


Fossa Oceânica- Localiza-se nos limites das placas litosféricas oceânica e continental (talude continental/planície abissal). Zona responsável pela destruição da crosta oceânica.


😀



A Deriva continental foi uma teoria apresentado por um geologo e meteorologista alemao Alfred Wegener.

Wegener afirmava que os continentes, hoje separados por oceanos, estiveram unidos numa única massa de terra no passado, por ele denominado de Pangeia.

Embora fosse uma teoria baseada em muitos estudos e evidências empíricas, a Deriva Continental de Wegener não foi muito aceita em sua época, pois não se concebia uma ideia que explicasse o motivo da movimentação desses continentes, embora houvesse suspeitas de que a camada superficial terrestre estivesse flutuando sobre uma camada líquida quente, que hoje sabemos ser o manto.



2º Período

Olá estou de volta ao segundo período com mais matéria de ciência, preparem se amigos para ativarem as vossas ciências...😍